Origem do nome

大鯰 — o grande bagre

Namazu é o bagre negro e azulado das lendas japonesas antigas, a divindade das águas ligada às cheias e aos tremores da terra.

Reza a tradição que esse peixe imenso dorme sob o arquipélago japonês, contido apenas pela pedra de uma divindade guardiã. Quando se agita, a terra treme. O prefixo “Ō” é um título de reverência, “o grande”, somado ao nome do peixe. É dessa força quieta e profunda que o estúdio herda seu nome: algo que se move devagar, com peso, e deixa marca.

A casa

Caio Jhonson e o Ōnamazu

O Ōnamazu Tattoo Studio nasceu de uma parceria entre amigos dedicados às artes, unindo o olhar de Fernando Catani e a técnica de Caio Jhonson em tatuagem. Juntos, montaram em Campinas um espaço pensado para que a tatuagem fosse vivida de perto: estudada, discutida e aprimorada com o tempo.

Caio tatua desde 2009, dedicado quase inteiramente ao repertório tradicional japonês, o chamado Irezumi. Cada sessão no Ōnamazu segue esse princípio: traço firme, composição pensada para o corpo que a recebe e respeito por uma linguagem visual que atravessou séculos antes de chegar até aqui.

O estilo

Irezumi, a tatuagem tradicional japonesa

O Irezumi carrega séculos de história no Japão, do uso punitivo em criminosos ao florescimento como arte popular entre os trabalhadores urbanos do período Edo, inspirados pelas xilogravuras de heróis cobertos de tatuagens que ilustravam romances da época. Dali nasceu um vocabulário visual próprio: carpas subindo corredeiras, dragões, ventos e ondas, flores de cada estação, divindades e criaturas do folclore, todos compostos em grandes blocos que acompanham a anatomia do corpo.

É uma tatuagem pensada em composição, não em ícones isolados. Uma peça de Irezumi se lê como uma cena inteira, com fundo, direção e movimento, o que exige do tatuador tempo, planejamento e domínio da técnica tradicional de sombreado e cor. É esse rigor que o Ōnamazu preserva a cada trabalho.

Antes de vir, depois de sair

Cuidados pré e pós tatuagem

Antes da sessão
  • Durma bem na noite anterior. O corpo descansado sente menos e cicatriza melhor.
  • Coma antes de vir. Sessões longas pedem energia; evite chegar em jejum.
  • Evite álcool nas 24h anteriores. Afina o sangue e atrapalha o trabalho.
  • Hidrate a pele nos dias anteriores. Pele hidratada recebe melhor a agulha.
  • Vista algo confortável. Que dê acesso fácil à região a ser tatuada.
Depois da sessão
  • Mantenha o curativo pelo tempo indicado. Sem pressa para expor a pele.
  • Lave com sabão neutro. Toques suaves, sem esfregar, sem água muito quente.
  • Hidrate com pomada indicada pelo Caio. Em camada fina, sem excesso.
  • Evite sol, piscina e mar até a cicatrização completa.
  • Não arranque as casquinhas. Elas caem sozinhas, no tempo da pele.

Pronto para começar ?

Agendar pelo WhatsApp